E não é que saint Lullinha conseguiu, mais uma vez, constatar o óbvio?

Em entrevista a uma rádio, ele deduziu que é impossível controlar todo o conteúdo da web...

Depois do exemplo claríssimo de Obama - que conseguiu arrecadação recorde de recursos usando a internet e consolidou sua candidatura à presidência dos EUA, derrubando a toda-poderosa Hilary Clinton fazendo trabalho de formiga cibernética -, ninguém mais pode duvidar da liberdade que rege a rede mundial de computadores.

Quem imagina que a web é apenas twitter, facebook, msn e outros quetais, há um universo inteiro a ser descoberto.

Nada de programinhas de baixar músicas!

Há sites e blogs especializados, que contam a história da música pelo planeta.

Nada de copiar monografias.

Há bibliotecas e mais bibliotecas, muitas delas temáticas, que mostram as fontes de pesquisa, facilitando a vida de quem não tem tempo para se plantar em uma biblioteca "fisica".

Nada de olhar fotos pornô!

Há museus e mais museus para serem visitados virtualmente, com amplo acesso a acervos maravilhosos.

E nada de pensar que ofensa pode ser feita e não punida!

A web é democrática, ampla, irrestrita, mas deve primar pela ética.

Em território tão vasto, a fiscalização é praticamente impossível.

Se há aqueles que desvirtuam o uso e a finalidade de um instrumento tão importante, é preciso coibi-los, claro!

Ética na web, assim como na vida, é fundamental, mas é, acima de tudo, questão de consciência individual.

Parece que só quem não sabe disso são aqueles deputados e senadores que imagim poder cercear as pessoas em tudo aquilo que representa liberdade de expressão.

Como se o medo de ouvir aquilo que o povo pensa fosse maior que a capacidade de compreender um fenônomeno mundial...