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Existem fantasmas que, de tempos e tempos, resolvem sair da tumba e assombrar a quem de direito.
Um bom exemplo disso é o caso do assassinato de Toninho do PT, então prefeito de Campinas.
A filha do ex-prefeito, hoje com 22 anos, simplesmente pede que o governo federal determine investigação profunda, já que tem convicção de que seu pai foi morto em crime político.
Motivo? Toninho seria ético...
Aí, vamos cair em outro fantasma... O de Celso Daniel, que a família jura ter sido assassinado também por ter-se portado de forma ética e ter-se negado a entrar em esquema de corrupção...
Ambos eram prefeitos, ambos eram do PT.
O que fica disso tudo?
A dúvida sobre os métodos do partido e sobre a conveniência de tais mortes...
Seriam crimes políticos?
Seriam crimes comuns?
Que interesses seria contrariados pelos dois?
Pois é...
Perguntar não ofende...
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