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Ok!... Ele venceu mais um round...
O cowboy número 1 se prepara para o grande duelo com o satânico dr. Saddam...
Bem diz o ditado, não é mesmo? Tal pai, tal filho...
O tal do Bush - o filho - vai ao Congresso americano, pedir autorização para uma ação militar contra o Iraque. Exatamente como fez Bush - o pai.
Fico me perguntando se ele realmente acredita que uma nova expedição militar possa derrubar Saddam Hussein. Afinal, não dá para esquecer que Saddam foi parar na chefia do Iraque com a ajuda dos americanos.
Foi um caso típico de tiro que saiu pela culatra...
Enfim, ele está lá. E o Bush não quer que ele fique lá.
É a história do menino, dono da bola, que faz birra quando a brincadeira não sai do jeito que ele quer.
Se ele não marca o gol, o jogo não vale. Pega a bola e vai embora...
Se o cowboy não domina o mundo, se não tem poder absoluto (por exemplo) sobre o petróleo, a brincadeira não vale e o mundo que se exploda!!!
Dizem que estão defendendo a Democracia no planeta...
E o que será Democracia para eles, hein?
Afinal, em nome dessa Democracia, eles encararam (e perderam!!!) guerras na Coréia, no Vietnã...
E espalharam terror, com as bombas de Hiroshima e Nagasaki, com o uso do "agente laranja" no sudeste asiático - entre "otras cositas mas".
Fico dando tratos à bola, botando meus dois neurônios neuróticos para trabalhar, tentando entender o que se passa na cabeça de um cowboy desgarrado, que acha que ainda está no Texas de 1.800, onde o que valia era a lei do mais forte e mais rápido no gatilho.
Você já pensou nisso?
Se não pensou, que tal lembrar do que foi feito com as tribos indígenas norte-americanas?...
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