Definitivamente, existem mulheres especiais. Especialíssimas!

Daquele tipo raro que se fazem lembrar, que marcam os caminhos que trilham.

Paula, a magia do basquete, é assim.

Maria Ester Bueno, do tênis, também.

E essa galeria de mulheres especiais está, nos Jogos Olímpicos de Sydney, mais algumas integrantes.

Sandra Pires e Adriana Samuel, por exemplo. As primeiras mulheres brasileiras a conquistarem duas medalhas olímpicas. Um feito conseguido nas areias do vôlei de praia.

As meninas do futebol, também. Mesmo perdendo, elas mostraram que sabem assumir limitações e buscar superação. Mostraram garra, veemência, vontade - tudo aquilo que faltou aos homens do mesmo esporte.

Essas mulheres especiais mostram, também, que têm algo precioso, quando se pratica esporte e essencial em tudo o que se faz na vida: vergonha na cara, hombridade, dignidade.

À essas mulheres, é preciso reverenciar. Reconhecer o talento e saudar o esforço.

E colocá-las como exemplo para as gerações futuras. Porque, no final das contas, são elas - essas mulheres especiais - que estão fazendo nossa história esportiva.

Quiçá, essa raça prolifere e se espalhe pelo país. E faça história não apenas no esporte.

Afinal, é de gente assim que estamos precisando...