- Coluna da Sal - Reza!






Argh!!!

Definitivamente, há um caso de incompatibilidade crônica e irreversível, entre a segunda-feira e eu...

Cada vez que penso nisso, todos os pelos se arrepiam.

E não é pra menos! Não pense que é frescura ou algo parecido. É uma verdadeira alergia, mesmo!

Nem Garfield explica!

Mas... Diga se é sem razão, principalmente quando a gente recebe notícias assim:

"Um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que os bancos públicos financiam empresas que exploram mão-de-obra escrava no país. Instituições como o BNDES, o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia (Basa), além de órgãos públicos como a Sudam e a Sudene, concedem créditos a empresas envolvidas com esse tipo de crime.

"De acordo com o jornal O Globo, a especialista em políticas públicas Patrícia Audi, ex-diretora de Benefícios do INSS, foi contratada pela OIT para conduzir um projeto de US$ 1 milhão contra o trabalho degradante e escravo no Brasil. Ela explicou que a OIT enviou ao Ministério do Trabalho uma lista com o nome de cerca de cem empresas envolvidas com abusos contra trabalhadores. O objetivo é evitar que esses empregadores continuem recebendo financiamento público.

"No próximo mês, a OIT vai divulgar uma pesquisa inédita traçando um diagnóstico da situação do trabalho escravo no Brasil. Patrícia Audi adiantou algumas das conclusões do estudo.

"O levantamento apurou que que 80% das vítimas de trabalho escravo e degradante não têm registro civil. A maioria destes empregados tem até 40 anos, histórico de trabalho infantil e 90% deles nunca freqüentaram a escola. Os estados de onde sai mais mão-de-obra escrava para todo o país são Piauí, com 22% dos casos, seguido por Tocantins (15,5%), Maranhão (9,2%), Pará (8,5%), Goiás (4,2%) e Ceará (3,8%)." (Redação Terra)

Durma-se com um barulho desses!...

Você quer saber a saída para tamanho trauma?

Reza!...