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Eis uma boa idéia, que precisa ser posta em prática!!!
Veja só:
"SÃO PAULO - Os presos que estiverem cumprindo pena em regime aberto, pelo qual são obrigados a passar a noite em albergues, ou aqueles em liberdade condicional poderão estar sob constante vigilância do Estado.
"Essa é uma proposta que está em estudo pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária por meio de um sistema de segurança baseado no monitoramente eletrônico.
"O sistema é utilizado em países como França, Portugal, Espanha e Inglaterra, e funciona por meio de um transmissor adaptado em uma pulseira ou tornozeleira. O dispositivo envia para um banco de dados a localização exata do preso fora do presídio.
"Uma tecnologia similar é utilizada ainda nos EUA, como acontece com os fundadores da Igreja Renascer em Cristo, Estevam e Sônia Hernandes, que ainda estão em Miami, sendo monitorados pelo FBI, a polícia federal norte-americana.
"Vigilância - 'Se o individuo tiver que cumprir uma determinada pena, mesmo que em meio livre, e for monitorado eletronicamente dentro da área do Distrito Federal, por exemplo, se ele sair para algum outro estado ou para fora da região determinada, o monitoramento eletrônico vai acusar isso e verificar, eventualmente, que tipo de sanção poderá ser aplicada a esse transgressor', explicou o presidente em exercício do conselho e diretor do Departamento Nacional Penitenciário (Depen), Mauricio Kuehne.
"Ele ressaltou que o uso do novo sistema ainda está em fase de análise e que o conselho está buscando subsídios para atestar ou não a aplicabilidade da nova ferramenta de controle penitenciário.
"Contudo, Kuehne acredita que o monitoramento dos presos que podem deixar os presídios poderia reduzir as chances deles cometerem outros crimes.
“'Hoje, o controle se efetiva com a apresentação dessas pessoas à justiça através de uma data fixada pelo juiz, que pode ser semanal, mensal e isso dá possibilidade, como tem acontecido, para que muitos desses pratiquem algum outro tipo de ilícito, saiam daquele local determinado pelo juiz e ninguém fique sabendo', argumentou.
“'Alguns países adotam [o sistema] e as informações que chegam é de que está tendo sucesso. Agora, até que ponto o nosso ordenamento jurídico permite isso, ou não, e qual é o custo desse monitoramento eletrônico, isso tem que ser convenientemente equacionado', ponderou." (Agência Estado)
Sinceramente?
Qualquer que seja o custo (real) do sistema, é pouco, se comparado com a tranquilidade que ele pode nos trazer...
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