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Cada dia que passa, a gente acaba se convencendo de que ficção científica não é coisa de cinema, não...
Você já reparou que estamos cada vez mais próximos de algumas coisas que a gente só pensava ver em filmes? Pois é... Enquanto os cientistas anunciam que conseguiram bloquear o desenvolvimento da metástase em ratos, a gente senta e fica à espera do anúncio de outras novidades conhecidas.
Traduzindo: enquanto os grandes cérebros do planeta dedicam-se ao que sabem fazer de melhor - fuçar, revirar as regras da natureza e descobrir os segredos de seu funcionamento -, a gente fica sentado, esperando para saber onde foi que eles foram bater dessa vez...
É mais ou menos como se estivéssemos esperando para saber qual o novo produto que vamos levar para casa, enquanto o vendedor da loja vai rebuscando seu estoque, até descobrir aquilo que ele desconfia que nos é necessário.
O anúncio de que já é possível evitar que células cancerosas se espalhem pelo corpo, disseminando a doença, é algo com que a humanidade sonha desde que conseguiu identificar o câncer e descobriu que ele se manifesta de várias formas. Afinal, essa já foi "aquela doença ruim, da qual não se diz o nome"...
A identificação pessoal pela íris já não é coisa de ficção. Aquela história de identificar-se uma pessoa por suas impressões digitais, vocais e da íris, num controle quase que absoluto dos acessos para onde quer que seja, já não é coisa de filme futurista, que tenta adivinhar os séculos ainda vindouros.
Estamos cada vez mais perto do que os ditos visionários sonharam. E a Ciência mostra que, por mais absurdas que tenham sido tais "visões" do futuro, elas podem ser fichinha perto do que se pode alcançar...
É como se os tais cientistas conseguissem tirar um coelho novo da cartola, quando a gente pensava que seria uma pomba... Eles são capazes de quase tudo!
Ah, essa dona Ciência... Ela ainda vai nos trazer o sr. Spock!!!
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