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Falando em desatinos e peso na consciência, a Igreja Católica vai caindo pelas tabelas...
A cada dia, um novo escândalo surge em algum canto do mundo, pondo por terra a imagem "ilibada" de padres...
Quer mais um exemplo?
Então lá vai:
"Sydney, Austrália - Um arcebispo da Igreja Católica disse que ofereceu US$ 28.000 para comprar o silêncio de uma família australiana que acusava um padre de abuso sexual. Um programa jornalístico de televisão disse que o arcebispo de Sydney, George Pell, o clérigo católico mais graduado da Austrália, fez a oferta a uma família que alegava que suas duas filhas tinham sido molestadas, ao longo de seis anos, por um padre, a partir de 1987.
A vítima mais jovem tinha cinco anos quando os abusos começaram.
"Os pais das meninas, identificados na TV apenas como Elizabeth e Garry, disseram ter se reunido com Pell, que era um bispo auxiliar, na época. Depois, o casal teria recebido uma carta dos advogados do bispo, dizendo que a família deveria aceitar o dinheiro como 'compensação' ou ir à Justiça, onde o caso seria 'defendido à exaustão' pela Igreja.
"O arcebispo inicialmente negou ter feito uma oferta de dinheiro. Mas, depois que a carta dos advogados veio a público, Pell retratou-se. 'Eu lhes ofereci 50 mil (dólares australianos) como compensação, de acordo com um procedimento reconhecido publicamente', disse. 'Eles optaram por não aceitar'.
"O padre acusado não foi identificado pelo programa, e nem se revelou se ele está sendo processado pelo suposto abuso.
"O programa australiano também acusou Pell, quando bispo auxiliar da diocese de Ballart, de ter tentado subornar David Ridsale, que sofreu abusos sexuais por parte do tio, um sacerdote católico. O tio, Gerald Ridsale, declarou-se culpado de 46 acusações de ataque sexual, em 1994, e foi condenado a 15 anos de prisão. David disse que, quando procurou Pell, o então bispo auxiliar lhe disse: 'Quero saber o que é preciso para manter você quieto'.
"Pell respondeu dizendo que pode ter oferecido ajuda a David, mas que não se tratava de suborno." (Agência Estado)
E agora, João???
A emenda fica cada vez pior... O soneto, então!...
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