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Ok!
Eu confesso: eu li o livro e adorei!!!
Durante muito tempo (e não só na adolescência), ele foi um dos meus favoritos. E até hoje reconto sua história, preferencialmente tentando reproduzir os desenhos de seu autor.
De que livro estou falando?
Ora, ora, ora...
Duvido que você não o tenha lido!
Estou falando de "O Pequeno Príncipe".
E o bom da história toda é que ele está ganhando nova roupagem cinematográfica!
Veja só:
"São Paulo - O Pequeno Príncipe vai voltar à tela grande. O menino de cachinhos loiros, vindo à Terra de um distante asteróide, ganha os cinemas em um longa de animação com o capricho da produtora Pathé, a mesma de 'Fuga das Galinhas'.
"O clássico da literatura infantil foi escrito e ilustrado pelo francês Antoine de Saint-Exupéry, em 1943, e traduzido para mais de 230 línguas. Sua reputação foi por água abaixo quando passou a ser rotulado como leitura de miss. Nem por isso deixou de vender, e já passa da marca de 25 milhões de cópias no mundo todo. Houve muitos pequenos príncipes no cinema, e a versão mais famosa é o musical de 1974 com Gene Wilder, Joss Ackland e Bob Fosse.
"O Pequeno Príncipe conta a história de um piloto de aviação - como o próprio Saint-Exupéry foi - que conhece um garoto do espaço em visita à Terra em busca de solução para a falta d´água em seu planeta. No ano seguinte a seu lançamento, Saint-Exupéry morreu em um desastre de avião, em missão de reconhecimento sobre o Mar Mediterrâneo." (Agência Estado)
Quantas vezes você leu "O Pequeno Príncipe"?
E quantas vezes viu alguma das suas versões para o cinema?
Quem negar, juro que vou pensar que está mentindo!
Em tempos tão bicudos quanto os nossos, a imagem do menino loiro, belo e ingênuo, de coração puro e voltado aos sentimentos mais dignos que pode ter um ser humano, é algo que talvez precisemos resgatar.
Deixar que nos transforme, como o fez com o piloto adulto demais, indrédulo demais, endurecido demais, é algo necessário hoje em dia.
Chega de tanto sofrimento, de tanta mesquinhez, de tanta violência!
Talvez o nosso resgate, o resgate de nossa "humanidade", venha do espaço infinito.
O infinito espaço da fantasia, onde é possível encontrar coração e sentimentos puros.
E aí talvez esteja o grande segredo da obra de Saint-Exupèry: acreditar que ainda podemos ter esperança - nem que seja acreditando que ela pode cair do céu!...
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