- Coluna da Sal - Chegou lá!






Quem disse que a Capital Federal é um mar de tranqüilidade?

E olhe que não estou falando de governo, política ou coisa parecida!

Você pensou que lá só acontecem crimes sofisticados, planos muitíssimo bem elaborados, que não derramam uma gota de sangue?

Bom... Em parte, você acertou!

Mas tem uma modalidade de crime que chegou a Brasília quando todo mundo pensava que isso não aconteceria.

Veja só:

"Brasília - O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Armando Félix, confirmou nesta sexta-feira que o funcionário da Secretaria Nacional Antidrogas da Presidência da República, Décio Barbosa Lamonier, foi vítima de seqüestro relâmpago e teve R$ 7,2 mil sacados da agência da Caixa Econômica Federal (CEF) do Palácio do Planalto. A ocorrência está sendo investigada pela Polícia Civil e pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. A polícia já tem imagens de um dos dois assaltantes.

"Segundo registro policial, feito na sexta-feira da semana passada, o servidor foi rendido ao sair do prédio de sua casa, às 8h30, na quadra 216 da Asa Norte. Os ladrões, que rodaram com ele por toda a manhã, sacaram R$ 1 mil no Banco do Brasil, e seguiram para a cidade-satélite de Taguatinga, onde compraram um DVD para carro por R$ 1,2 mil, com três cheques de R$ 400. Depois, os três seguiram para o anexo do Planalto. O funcionário se identificou na entrada e passou, sem problemas, com os dois ladrões. O servidor, de 42 anos, que trabalha na CEF e está cedido à Presidência da República, ficou sob ameaça de um revólver 38 no estacionamento do anexo, enquanto o outro assaltante ia sacar o dinheiro.

"A CEF esclareceu que, quando o servidor telefonou à agência pedindo para entregar os R$ 7,2 mil a um portador, a gerência tentou persuadi-lo a levar um cheque administrativo, por questões de segurança. Mas como o funcionário, que estava sob ameaça, insistiu que precisava de dinheiro vivo, foi atendido. O saque na boca do caixa ocorreu às 15h25. O ladrão se identificou e recebeu o dinheiro, saindo tranqüilamente da agência e do Planalto. A vítima teria sido liberada logo depois. A Polícia Civil não revela a identidade, mesmo que falsa do assaltante, para 'não atrapalhar as investigações'." (Agência Estado)

Pois é...

Dizer mais o quê???

O seqüestro relâmpago chegou lá!...