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Preste muita atenção:
"Um dia antes do primeiro dia útil do Estatuto do Idoso, que garante os direitos dos cidadãos acima dos 65 anos, o deficiente mental João Werneck Peixoto, de 60 anos, foi morto, na madrugada de ontem, em Realengo, com requintes de crueldade. Durante vinte minutos, ele foi atingido por pedras e paralelepípedos arremessados por três jovens, todos vizinhos da vítima que morava na Rua Manaus. Preso pela polícia, um dos assassinos - os outros dois estão foragidos - tentou justificar o injustificável: segundo o acusado, o espancamento foi uma punição à vítima por ela ter agarrado à força uma moradora do bairro e praticado pequenos roubos em outras ocasiões. A polícia contesta essa versão.
Por volta das 5h, João passava pela esquina das ruas Manaus e Olinda quando despertou a atenção de três amigos que bebiam na calçada: o estudante Rafael Alves de Lira, 20 anos, e dois rapazes identificados apenas como Charles e Rodrigo. A área é residencial e não é cercada por nenhuma favela. Em seguida, descreveram os agentes, o trio passou a agredir o deficiente com pedradas. Sem chances de se defender, a vítima viveu momentos de terror. Durante 30 minutos, ferido nas costas, peito e rosto, agonizou e não resistiu até a chegada do socorro médico. 'Foi uma maldade. Ele sofreu muito e não pôde reagir. Eles estavam bêbados na hora do crime e o mataram por arruaça. Os três são novos e muito fortes', frisou o inspetor Antônio César Mendes.
"Alguns moradores teriam visto a agressão. Segundo os agentes, um policial militar, que mora no bairro e pediu para não ser identificado, apontou Rafael como um dos autores do crime. Detido por soldados do 14º BPM (Bangu), ele acabou confessando, durante depoimento na 33ª DP (Realengo), a participação no assassinato. 'Ele acusou João de ter agarrado uma moça e de roubar bicicletas no bairro. Foi uma desculpa. Além disso, os moradores ouvidos gostavam da vítima. Disseram que ele era doente mas carismático', completou Mendes, informando que João Werneck morava com uma irmã e era ex-interno de um hospital psiquiátrico.
"Charles e Rodrigo, co-autores do crime, não voltaram para casa desde que cometeram o crime. Já Rafael foi transferido, ainda ontem, para a carceragem da Polinter." (JB Online/Redação Terra)
Agora, responda:
Que juventude é essa????
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