|
Certas coisas, ao que parece, só acontecem por aqui...
Talvez aconteçam também no chamado primeiro mundo, mas... Não sei!
Troca de bebês em hospitais, por exemplo, é algo que acontece em todo o planeta. Como se uma criança fosse algo comum, descartável, fácil de ser reencontrado. Mais que isso, fácil de ser perdido.
Seqüestro de criança recém-nascida, também.
Mas esquecer de avisar a mãe de que seu filho está vivo, para mim é coisa nova.
E adivinha onde aconteceu... Adivinha?!?!
Veja só, que loucura:
"Fortaleza - Em abril, a auxiliar de contabilidade Maria do Socorro, de 30 anos, grávida de cinco meses, se sentiu mal e foi levada à Maternidade-Escola Assis Chateaubriand, da Universidade Federal do Ceará (UFC), a mesma onde, há dois meses, 14 bebês morreram após surto infeccioso. Submetida a cirurgia, ela recebeu a notícia de que o bebê, de 800 gramas, tinha morrido.
"Passados três meses, Maria foi informada pelo hospital que o filho havia ficado na UTI e está bem de saúde. O bebê, hoje com 1,605 quilo, é chamado de Gabriel pelas enfermeiras. Agora, Maria quer um exame de DNA. O reitor em exercício da UFC, René Barreira, garantiu que o exame será realizado amanhã." (Agência Estado)
Esse "amanhã" do texto, quer dizer hoje...
E o que dizer de uma coisa dessas????
É!... O que dizer???
Como você classifica esse "pequeno engano", esse "simples descuido"???
Eu, hein, Rosa?!?!
|
|