Falando em reverências, em respeitar e homenagear os mortos, talvez tenhamos de nos dobrar à perda e reverenciar, com maior intensidade, uma grande mulher.

Morreu Maria Lenk.

Heroína do esporte brasileiro, pioneira da natação mundial, um verdadeiro mito.

Morreu como viveu o melhor de sua vida: nas águas de uma piscina, nadando...

Preparava-se para a disputa de mais um torneio.

Agora, vai nadar em outras águas - talvez mais plácidas, mais límpidas, que façam jus à sua determinação, arrojo, técnica e ética na prática do esporte.

É hora de chorarmos a perda de mais um mito.

Choremos, então...