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Lá se foi a rainha mãe...
Elizabeth - a princesa que o povo britânico gostava de chamar de rainha-mãe - deixou o copo de gim e foi ver o que há do outro lado da vida...
Aqui, deixou uma lição de resistência e simpatia.
Poucas figuras reais conseguiram tamanha popularidade.
Também foram poucas as figuras reais que, em meio a uma guerra sangrenta, recusou-se a deixar o castelo e esconder-se em qualquer propriedade fortificada, no interior do país.
Só isso já bastaria para ter inscrito seu nome na história. Mas ela foi mais longe.
Palpitou em tudo, ajudou a gerenciar o reino.
Criou, nos súditos, o sentimento amoroso, de reconhecimento. Veio a popularidade.
Aos 101 anos, não largava seu copo de gim (ao menos um por dia) e nem deixava de apostar em cavalos.
Perdeu marido, amigos e filhos. Como toda mãe que vive longo tempo...
Precisa mais, para conseguir lugar cativo no coração de alguém?
Pois é...
Lá se foi a rainha mãe. Que os deuses a tenham!
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